O desenvolvimento sustentável, basicamente, é aquele que supre as necessidades da atual geração sem, porém, comprometer os recursos necessários para as gerações futuras.

Um tema tão falado, mas com poucas reflexões profundas, de fato. 

Ou seja, queremos dizer aqui, que o desenvolvimento sustentável é uma forma de produção e consumo que não afeta a humanidade do amanhã. 

O desenvolvimento sustentável pode ser resumido como a coexistência harmônica entre a responsabilidade ambiental e os desenvolvimentos econômico e social.

Vivemos em uma sociedade capitalista, na qual há a necessidade da geração de riquezas a partir da produção, da compra e venda de produtos e serviços.

Assim, para muitos, o desenvolvimento sustentável é paradoxal.

Porém, precisamos entender que é justamente o contrário: se não garantimos a manutenção de recursos para esta e as futuras gerações, não sobrará economia.

Afinal, o que entra em jogo, sob essa ótica, é a própria manutenção da existência humana.

Em última instância precisamos reforçar que nossa espécie é dependentes da maioria dos recursos naturais.

Com a consciência aberta para essa realidade, os negócios ganham outro ponto de vista.  


Precisamos ressaltar

É necessário que lembremos que o planeta dispõe de recursos naturais renováveis e não renováveis.

É impossível, naturalmente ou pela intervenção humana, que recursos não renováveis, uma vez finalizados, voltem a existir.

Quanto aos recursos naturais renováveis, um grande equívoco é pensar que eles não podem se esgotar.

Se ações indevidas por parte dos seres humanos se perpetuarem, a maioria dos recursos naturais renováveis podem, sim, serem extintos.

Há exceções: duas pelo menos, já que não é acessível ao homem. Esses recursos são os ventos e o sol.

Porém, diante da infinidade de recursos que o meio ambiente oferece, duas exceções são realmente pouco.

Portanto, é mais do que necessário – é urgente! – que a humanidade caminhe no sentido de preservar os recursos.

Fazer o manejo adequado, buscando o equilíbrio entre os desenvolvimentos econômico e social e a responsabilidade social, parece ser a única saída possível.

Para tal equilíbrio, precisamos ainda mais. É fundamental superarmos a preservação e partirmos para a redução (intensa) dos impactos já causados ao meio ambiente.

Alguns importantes passos já vêm sendo dados.

Em grande escala, já compreendemos que não se pode fechar os olhos para o desenvolvimento sustentável e que a consciência e o reconhecimento são primordiais.


E como chegar ao desenvolvimento sustentável?

Esse é um dos grandes desafios que os seres humanos precisam superar. Primeiro, porque exige a quebra de uma série de paradigmas. 

Segundo, porque é preciso um “acordo” entre nações, uma espécie de consenso entre a humanidade.

Como a tarefa é árdua e bastante complexa, o interessante é iniciar pelo que é possível fazer de imediato.

Comece por você e por sua família. Uma sugestão: separando o lixo adequadamente. Muitas famílias vivem da seleção e venda de materiais recicláveis.

Ao mesmo tempo, levar as boas práticas para a empresa pode fazer a diferença.

Lá há um impacto maior e, de lá também sai a disseminação dessas ideias para as famílias dos colaboradores. 

Muito mais profundamente e poderoso, é a mensagem que essa empresa passa através de seu produto/serviço pensados no bojo do desenvolvimento sustentável.  


Uma questão de sobrevivência (das pessoas e das empresas!)

Disso, a gente já sabe. Trabalhar com vistas ao desenvolvimento sustentável é mais do que uma tendência: é uma realidade e uma necessidade.

Os consumidores começam a demonstrar interesse e preocupação a respeito do que estão comprando.

Muitos já têm como um dos pilares para a compra, as vantagens sustentáveis da produção ou do próprio produto.

E empresas que querem uma sustentabilidade financeira precisam pensar e agir no sentido do desenvolvimento sustentável.

Isso precisa estar no DNA da empresa, e o negócio precisa imergir nessa ideia.

É importante frisar: a busca pela excelência de uma empresa precisa levar em consideração o desenvolvimento sustentável.

E vamos dois pontos muito importantes que favorecem as empresas que atuam em consonância ao desenvolvimento sustentável:


Chama a atenção de investidores e possíveis colaboradores

O tema é bastante caro a muitos grandes investidores que têm o pensamento alinhado.

No mesmo raciocínio, pessoas antenadas com o mercado e as tendências desejam trabalhar em empresas próximas a seus propósitos. 

Essa é uma ótima forma de atrair mais investimentos e talentos.

E o melhor: quando a empresa atua genuinamente no desenvolvimento sustentável, há uma retenção dos investidores e colaboradores.


Destaque à imagem da marca

Não é à toa que há rankings que avaliam a sustentabilidade das empresas: esse é um pilar cada vez mais importante aos consumidores.

Mas aqui vai uma questão bastante importante: comunicar que tem base no desenvolvimento sustentável e não atuar, de fato com ele no dia a dia, causa a  reação inversa.

Trata-se, aqui, muito mais de demonstrar nas ações diárias do que anunciar o que vem fazendo nesse sentido.

É uma percepção que a empresa precisa passar aos consumidores por legitimamente pensar, planejar e praticar o desenvolvimento sustentável.


A construção civil e o desenvolvimento sustentável

Se há um setor que causa impactos há muitas décadas, no mundo todo, é o da construção civil.

Entretanto, o desenvolvimento de tecnologias vem contribuindo para a virada – positiva – desse contexto.

Há algumas questões que sustentam e incentivam as construções baseadas no desenvolvimento sustentável:


Economia de energia e água:

Durante a construção e na utilização do empreendimento, deve-se buscar a redução de consumo de água e de fontes não renováveis de energia.

Sistemas de utilização de água da chuva e o planejamento e instalação de painéis solares são exemplos de medidas que podem ser tomadas.


Produção de resíduos minimizada:

A produção de resíduos na construção civil é um grande problema, já que as possibilidades de reciclagem são, ainda, poucas.

Portanto, é fundamental ter sempre a vigilância na questão da eficiência da construção.


Durabilidade da construção:

Para ser alcançada uma durabilidade cada vez maior, materiais melhores e com mais tecnologia precisam ter preferência.

Um ótimo exemplo é a substituição dos vergalhões de aço por vergalhões de fibra de vidro.

Eles são muito mais duráveis e não sofrem corrosão, o que reduz a necessidade de manutenções.


Questão econômica:

Para ser considerada sustentável, uma construção também precisa levar em consideração a questão dos gastos.

Como apontado anteriormente, é necessário o equilíbrio.

Aqui, mais um destaque para a escolha pelos vergalhões de fibra de vidro. A economia é considerável para o transporte dos materiais, já que o material é muito mais leve.

Se você busca por mais informações a respeito de processos sustentáveis na construção civil. Ou, ficou interessado em saber mais sobre como trabalhamos, acesse nosso site clicando aqui.